As paixões brasileiras e a eleição de 2022


Por Jhonnildo Araújo Azevedo

É bem provável que as paixões brasileiras ainda condicionem, como bons latinos que somos, nossas reflexões e ações cotidianas, assim como o resultado das eleições brasileiras em 2022. Especialmente aquelas velhas paixões políticas, coniventes entre si, que transitam entre bolsonaristas e petistas.

Entretanto, existe um processo de racionalização cotidiano por parte de muitos eleitores cansados, mas lúcidos, que se aproximam da necessidade de falar de coisas, projetos e ideias, e não mais falar, defender ou votar em pessoas. Na última eleição foram mais de 12 milhões de pessoas que votaram no Projeto Nacional de Desenvolvimento (PND), proposto por Ciro Gomes.

SÓ  HÁ UMA VIA CAPAZ DE NOS REGASTAR DO TRANSE IDEOLÓGICO DAS PAIXÕES

É um novo perfil de eleitor brasileiro que cresce e começa a ver a importância dessa ruptura. Começa a votar racionalmente em “PROJETOS” e não cegamente, digo apaixonadamente, em pessoas.

As paixões existem, mas elas estão em crise existencial. O desastroso e recente passado de governo petista aliado à decepção de muitos – que acreditavam e votaram neste atual governo sob a promessa que iriam acabar com a corrupção e desemprego, mas que foram presenteados com o assassinato de quase meio milhão de pessoas devido a falta de uma vacina – exige e coloca aquilo o que seria uma 3º via, como uma única via racional e responsável de escolha nas urnas. A única opção capaz de nos tirar do transe ideológico.

A RACIONALIZAÇÃO JÁ É O CAMINHO ESCOLHIDO POR MUITOS

Já ficou claro em depoimentos, na CPI da Covid-19, que tínhamos um ministério da saúde paralelo de não especialistas. Agora, parece que querem formar até uma “Seleção Brasileira  Paralela”. São tantas intervenções do Estado (antes satanizadas em campanhas por aqueles que, hoje, as promovem) que nacionalistas já possuem medo de nos tornarmos, realmente, uma VENEZUELA. Não queria acreditar, mas segundo consta no atual consenso do brasileiro: o Brasil tá lascado mesmo!

Arrisco dizer que, por culpa de nossas paixões, alcançamos à estupidez negacionista. Mas existe uma via, única e necessária, de “PROJETO DE DESENVOLVIMENTO NACIONAL”, pensada por Ciro Gomes, que nos traz ‘O dever da esperança” e tem recolocado muitos brasileiros no trilho da racionalização do voto.

Penso, logo é Ciro!

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