O que Ciro Gomes pensa sobre empreendedorismo


Veja o trecho correspondente às propostas de Ciro Gomes a partir da reportagem originalmente publicada no site Pequenas Empresas e Grandes Negócios.

As Eleições 2018 para a Presidência da República acontecem neste domingo, 7 de outubro. Pensando no empreendedor que está preocupado com o ambiente econômico nos próximos quatro anos, PEGN analisou os planos de governo dos candidatos para saber o que eles pensam sobre empreendedorismo.

Redução de impostos, estímulos ao empreendedorismo feminino, mais crédito para o empresário. Independentemente da orientação política, todos os candidatos mencionam o empreendedor nas suas promessas de governo.

Não à toa que isso acontece. O tema é fundamental para o desenvolvimento econômico brasileiro. Os pequenos negócios, por exemplo, foram os que mais contrataram em 2018: só neste ano, podem criar  600 mil vagas de trabalho.

CIRO GOMES

Abaixo, PEGN analisa os programas de governo registrados no TSE e mostra para você as principais propostas de cada um dos principais candidatos à Presidência para os empreendedores. Para a reportagem, foram considerados os candidatos que marcaram pelo menos dois pontos na pesquisa eleitoral do Ibope divulgada no dia 3 de outubro.

O programa registrado por Ciro Gomes (PDT) diz que o candidato trabalhará para dar ferramentas que possibilitem o crescimento do empreendedorismo “vibrante” do Brasil. Para isso, promete revisar as atuais leis trabalhistas, de modo que consiga adaptá-las às novas tendências do mercado de trabalho.

“Alavancar o empreendedorismo, incentivar empresas e trabalhadores a realizar contratos de trabalho mais longos, estimular aumentos na produtividade e diminuir a insegurança jurídica” são propostas que estão no plano de governo do candidato.

Além disso, ele pretende criar um plano nacional de ciência e tecnologia, com destaque para a indústria de alta tecnologia.

Abaixo, confira ações propostas por Ciro Gomes:

– apoio a pequenas e médias empresas com “negócios inovadores na área de sustentabilidade”, em especial os que estimulem uma cadeia produtiva ambientalmente correta;

– ter linhas de crédito específicas, financiamento com bolsas e acesso a capital para negócios que promovam a inovação;

– criação de fundos de investimento que financiem, de forma não reembolsável, startups e iniciativas inovadoras que não contem com segurança econômica suficiente no começo de suas trajetórias.

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